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Saúde |
Saúde da Mulher
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Written by Dr. José Bento on Friday, 25 March 2011 14:17
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Hoje é possível uma mulher ter filhos depois dos 45 anos, pegar emprestado óvulos e útero quando os seus não funcionam, certificar-se da saúde do bebê que vai gerar, congelá-lo na fase embrionária para gerá-lo depois, escolher seu sexo e ainda dar conta de tudo isso sozinha, apenas com um espermatozóide doado.
Não se trata de filme de ficção científica, mas da realidade das técnicas de reprodução assistida.
Estudos norte-americanos mostram que mulheres com mais de 50 anos que tiveram bebê após os 35 apresentaram uma taxa um pouco mais elevada de várias ocorrências como enfarte, fatores de risco para hipertensão arterial e diabetes, além de problemas odontológicos e oftalmológicos. Esse estudo também mostrou que a gravidez tardia também pode proporcionar alguns benefícios, incluindo a redução do risco de derrame cerebral e proteção contra a perda da densidade óssea.
O risco do bebê nascer com alguma anomalia aumenta proporcionalmente com a idade da mãe, porém, isso não significa que todas as mães que optaram pela gravidez depois dos 30 anos, terão problemas com seus bebês. Segundo a Associação de Síndrome de Down nos Estados Unidos, as chances de um bebê nascer portador da deficiência de acordo com a idade da gestante, são: • 25 anos – 1 em 1.400, • 35 anos – 1 em 380, • 38 anos – 1 em 190, • 40 anos – 1 em 110, • 45 anos – 1 em 30.
Os avanços tecnológicos juntamente com os da medicina e da ciência, possibilitam a detecção da maioria das anomalias durante a gestação podendo aumentar a segurança da mãe durante a gravidez.
Daí a importância de uma assistência médica durante o pré-natal bem feito. Confira também: Dicas para engravidar
Foto: banco de imagem
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 Dr. José Bento www.dr.josebento.com.br
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