O que pode acontecer em um ano na vida da gente? Muita coisa, não é mesmo? Euzinha posso afirmar que há uma Andrea Feliconio Lima antes e depois da coluna Escondidinho – lançada no dia 20 de outubro de 2008. Na linha do tempo, tudo começou com uma conversa ao telefone com a Cléo, minha diretora Mor! O DestaqueSP é um dos veículos de comunicação mais completos de prestação de serviços à comunidade que conheço – dá pra encontrar notícias da cidade, roteiros de lazer e gastronomia, cultura, turismo, informações sobre beleza, saúde, moda, carros, celebridades, tecnologia, animais... uma infinidade de temas. E rasgo mesmo a seda pra Cléo – sempre atenciosa com os assessores de imprensa, talvez seja esse um dos segredos do sucesso dela e do portal. Então, bate-papo daqui e acolá... Contei pra ela que eu era a fofoqueira de plantão dos meus amigos sobre dicas de restaurantes, botecos, lanchonetes... Desliguei o telefone já com a incumbência de contextualizar o meu hobby: ser a responsável pela única e primeira coluna “escondidinhos”. Posso me gabar, não tem outra igual, desvendamos o que quase ninguém conhece. Tornamos os lugares conhecidos e indicando para gente bacana!!! Foram até hoje mais de 3-6-5 dias descobrindo os “escondidinhos” da cidade. Sou a Sherlock Holmes da gastronomia de Sampa... Quanta gente eu conheci, quantas histórias de vida eu contei. Pizzas, acarajé, paella, shushis, batatas recheadas, espetinhos de carne, gastronomia indiana, nordestina, contemporânea e aí vai. Amo de paixão e com todas as forças e energias a minha profissão de jornalista. Encho a boca pra falar que sou comunicóloga e nada na vida, pelo menos pra mim, é por acaso. Claro, o acaso é a desculpa que Deus tem pra realizar o destino! O meu destino é ser a ponte de informação, dicas pras pessoas terem um dia ser mais feliz. Quer melhor coisa do que saborear um prato? Não é mistério pra ninguém, troco tudo (ops, quase tudo) pra ir conhecer um novo restaurante, boteco, lanchonete. Desde que o tempero deles seja amor. O jargão é batido, mas muito verdadeiro pra mim. Mas com o complemento das sábias frases da minha madrinha Lúcia, mestra e doutora em comunicação e semiótica: “cozinhar é um ato de doação, encontro e convivência. Muito mais do que subsistência”. Mas eu só faço brigadeiro na panela. Muito bem, por sinal (risos)! Sou boa de garfo, não é mãe? Meu prato parece um Playcenter, brinco com as cores e texturas. Sem contar os doces, parece que eles ficam dançando na minha frente. Ai, ai, ai... É isso, o bom humor tem que ser levado a sério. E se relembrar é viver, faço uma retrospectiva dos escondidinhos, gostosos, que apresentei neste período. Quem não foi, a hora é essa. Buon appettito! |
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EU RECOMENDO:
Fotos: Andrea Feliconio e divulgação
Andrea Feliconio
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