DICAS PARA LOCAÇÃO

                                                  

 

Luiz Rangel




Com as Calças na Mão
 

Um período do Brasil no qual se fazer cinema era um ato
de romantismo, um período no Brasil em que o custo da
produção era bancado pelo retorno na bilheteria e com empresas que apoiavam diretamente sem nenhuma lei de incentivo. Nesse período encontramos obras de uma genialidade ímpar e de um humor nunca antes criado e infelizmente não imitado na atualidade. Um grande exemplo disso é o filme Com as Calças na Mão, uma obra do grande produtor, diretor e ator Carlo Mossy, conhecido por suas criações e por obras que lançaram a maioria dos grandes nomes existentes no meio artístico.


 




Como é Boa Nossa Empregada



Nesta deliciosa comédia podemos encontrar a coletânea 
de estórias curtas e paralelas que contam de forma inteligente e incrivelmente cômica as “lendas urbanas” relacionas aos fetiches da cultura popular masculina. 
Uma obra limpa, pura e que consegue tratar o erotismo 
de uma maneira inocente, do jeito que com certeza não 
se faz mais hoje, afinal, os atuais cineastas (pelo menos 
a maioria) são tão geniais que não conseguem dar o deleite merecido ao público, em Como é Boa Nossa Empregada, podemos ver o melhor da proposta da “pornochanchada”. Mais uma vez Carlo Mossy assombra com o seu talento. 
Vale a pena conferir.




Essa Gostosa Brincadeira a Dois



Questões amorosas, desentendimentos afetivos, 
tentativas de um casamento perfeito? De forma alguma. 
Em Essa Gostosa Brincadeira a Dois temos uma ótica sarcástica dos relacionamentos entre casais. Um humor ácido e ao mesmo tempo bem sacado e que em nenhum 
momento agride o espectador. Novamente Carlo Mossy apresenta que não é à toa que ficou consagrado nesse 
gênero. Um elenco de grandes estrelas do cinema nacional, uma técnica única em produção de baixo orçamento e, 
o melhor de tudo, a preocupação em agradar o público. 
Vale a pena conferir, vale a pena ver e vale a pena indicar.






O Seqüestro



Coragem é a palavra certa para definir este filme, 
quebrando o registro de produtor de comédias eróticas. 
Carlo Mossy inova mais uma vez realizando o filme
O Seqüestro
, um triller policial onde se retrata um dos 
casos mais intrigantes da literatura policial brasileira, 
o desaparecimento do menino Carlinhos. Mossy de maneira corajosa faz uma ficção usando como base a realidade. Grandes nomes, como Milton Moraes, Jorge Dória, Adriano Reis e, é claro o próprio Mossy, encabeçam o grupo de 
atores que dão de forma realística a veracidade da estória (neste caso, história). Recomendá-lo para ser visto chega 
a ser desnecessário, pois quem não viu jamais poderá dizer 
o que é um bom filme, para não dizer, maravilhoso.


 

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